segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Salários atrasados do basquete serão pagos nesta terça-feira. E a grande festa olímpica no sábado - ATUALIZADO

Em busca da sexta-vitória consecutiva, o Flamengo encara nesta segunda-feira, às 19h:30min, o Macaé (3v e 9d) no ginásio Juquinha.

A boa notícia é que a TIM já fez o depósito integral do patrocínio via ICMS na última sexta-feira e todos os salários atrasados serão pagos amanhã, terça-feira.

Para a próxima temporada os clube vai reavaliar no sentido de: é melhor fazer um time de altíssimo nível correndo o risco da enorme burocracia da lei de incentivo ou fazer um time mediano e somente contratar quando e se os recursos estiverem em caixa?


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A Gávea viveu um sábado emocionante para as tradições olímpicas Rubro Negras.

Foram inauguradas duas academias: o Centro de Treinamento do Remo, na sede náutica do clube, que ganhou o nome de Guilherme Augusto do Eirado Silva, o Buck e o Centro de Treinamento de Força dos Esportes Olímpicos, que se chamará Georgette Vidor.

O auge da festa foi a homenagem não ao time campeão mundial de basquete, mas a toda uma geração que fez e faz história no Flamengo. Foram homenageados ex-atletas, alguns sendo representados por familiares, da famosa geração decacampeão estadual liderada por Algodão e Kanela - 1951 a 1960, quando disputou 193 jogos e perdeu apenas quatro jogos.

Em seguida os atuais campeões estaduais, do NBB, da Liga das Américas e do Mundo também subiram ao palco para receber sua faixa nas mãos do maestro Júnior.

Depois, com recursos do Comitê Olímpico dos EUA, os jogadores inauguraram os dois novos vestiários Hélio Maurício, que foram batizados com o nome de ícones do basquete da Gávea: Vestiário 1: Zenny de Azevedo (Algodão) e o Vestiário 2: Pedro Ferrer Cardoso (Pedrinho). Foi feita ainda toda uma reprogramação visual do ginásio com fotos das grandes conquistas de 2014.

Um dos pontos altos da festa foi o encontro de Guguta (que fez a famosa cesta do meio do quadra em 1955 no Maracanãzinho na vitória contra o Sírio Libanês por 45 x 44) - no auge dos seus quase 90 anos, com Gilberto Cardoso Neto, neto do Presidente Gilberto Cardoso, vitimado do coração horas depois daquele jogo.








Um comentário:

Antônio Neto disse...

Sobre o problema dos salários, eu acho que falta é procurar outros tipos de receita, pode ser o sócio torcedor ou então venda de camisas e outros produtos, mas não dá para ficar dependendo de uma receita apenas.

Penso que toda essa dependência se deve muito pelo fato dessa diretoria (do Basquete) não explorar melhor o próprio produto, a comunicação talvez seja o maior problema hoje, infelizmente pouco é feito para aproximar o torcedor do esporte, os jogos quase nunca são transmitidos e o clube por incrível que pareça sequer tem uma perfil oficial do basquete nas redes sociais, em vários outros aspectos o trabalho também é ruim, o marketing por exemplo é quase inexistente, a impressão que dá é que em geral "perde-se" muito dinheiro por falta de ações.

Só para ser claro não penso que seja culpa dos dirigentes, acho que a principal culpa é o modelo de gestão, a estrutura e o número de profissionais é pequena demais para administrar um esporte de tanto investimento e competitividade. A solução creio que passa por montar uma estrutura administrativa cada vez mais parecida com a que temos no futebol hoje, com as áreas da administração bem definidas (marketing, comunicação, finanças e etc) e com profissionais capacitados para cada uma delas.